
Um software de manutenção integrado ao SAP PM não tem preço único, porque o custo do projeto é a soma de oito blocos: a proposta do fornecedor do software, com implantação e assinatura; o licenciamento SAP de quem vai usar o sistema; a integração com o SAP; rede e infraestrutura na planta; os dispositivos de campo; as etiquetas de identificação dos ativos; o tempo da equipe interna; e a contingência. Cada bloco tem um dono, que pode ser o fornecedor, a TI ou a manutenção, e um caminho próprio para chegar ao número. O orçamento fecha quando os oito estão levantados para o prazo inteiro do contrato, e só nessa base duas propostas ficam comparáveis.
A arquitetura escolhida muda o peso de cada bloco. Um CMMS separado do SAP, um aplicativo que roda sobre o SAP PM e o SAP Service and Asset Manager, aplicativo da própria SAP, distribuem de formas diferentes a licença, a integração e o trabalho da TI. Por isso o preço por usuário de uma proposta, olhado sozinho, responde por uma parte pequena da conta.
Por que um software de manutenção integrado ao SAP não tem preço de tabela
O preço depende de variáveis que só a operação do comprador conhece: quantas pessoas vão usar o sistema, em quantas plantas, com quais módulos, por qual forma de integração e sob qual contrato com a SAP. Duas empresas com o mesmo número de técnicos podem receber propostas diferentes se uma integra pelo SAP CPI e a outra por web service, ou se uma tem contrato RISE with SAP e a outra licença on-premise do ERP.
Quando um preço por usuário aparece na página de um fornecedor de CMMS, ele cobre a assinatura do software, que é um dos oito blocos; os outros sete continuam fora da conta até alguém levantá-los. Os critérios para avaliar cada fornecedor estão em melhores softwares de manutenção.
Quanto custa por usuário e quanto custa para uma grande planta
O preço por usuário é a regra de cobrança de um bloco e vale pouco sem saber quem conta como usuário. Em software de manutenção preventiva, usuário pode ser o técnico que executa a ordem no celular, o planejador do PCM que programa a semana, o supervisor que aprova ou o prestador de serviço que só confirma o trabalho, e cada fornecedor define quem entra na contagem. Dois outros custos também crescem por pessoa: a licença SAP de quem usa o aplicativo, conforme o contrato com a SAP, e o dispositivo de cada técnico.
Numa grande planta, o que cresce além do número de usuários são os blocos físicos: mais áreas sem sinal para cobrir com Wi-Fi, mais celulares e reservas, mais equipamentos e locais para etiquetar quando a leitura de QR Code em campo for usada, mais centros de trabalho para configurar e mais usuários-chave para treinar. Em operação com várias plantas, a primeira costuma servir de instalação modelo para as outras, e o custo das seguintes depende de quanto do desenho da primeira se reaproveita no rollout.
Quais blocos entram no orçamento de um software de manutenção integrado ao SAP
A tabela reúne os oito blocos de um orçamento completo, o que entra em cada um, quem costuma pagar, de onde vem o número e como levantá-lo antes de pedir proposta.
| Bloco | O que entra | Quem paga | De onde vem o número | Como levantar |
|---|---|---|---|---|
| Proposta do software | Implantação (desenho, configuração, testes, treinamento e entrada em produção) e assinatura do software, com a hospedagem quando o produto roda na nuvem do fornecedor | Manutenção ou TI, conforme a política da empresa | Proposta do fornecedor | Pedir proposta com módulos, número de usuários por perfil e plantas, separando o que se paga uma vez do que se paga todo mês |
| Licenciamento SAP | A métrica de quem usa o aplicativo: usuário nomeado, FUE no RISE with SAP ou SAP Digital Access por documento | TI, no contrato com a SAP | Contrato SAP vigente e a conta SAP da empresa | Contar usuários por perfil, estimar ordens, notas e confirmações criadas por ano e confirmar o enquadramento com a conta SAP |
| Integração | Forma de conexão (web service pelo SOAMANAGER, SAP PI, SAP CPI, RFC ou plataforma de integração da empresa), usuários de interface e monitoramento das falhas | TI | Proposta do fornecedor e contrato da plataforma de integração | Definir a forma com a arquitetura SAP; se a integração passar pelo SAP Integration Suite, somar assinatura e consumo |
| Rede e infraestrutura | Wi-Fi nas áreas sem sinal, servidor ou gateway de integração quando houver, login único, liberação de firewall e acesso do fornecedor aos ambientes SAP por VPN ou SAP Router | TI | Levantamento de cobertura e de infraestrutura da planta | Mapear onde as ordens são executadas, medir o sinal nessas áreas e listar os acessos que o fornecedor exige |
| Dispositivos de campo | Celular comum, robusto ou certificado para área classificada, reserva, acessórios, gestão de dispositivos (MDM), plano de dados e reposição por quebra | Manutenção ou TI | Cotação de hardware e política de dispositivos da empresa | Contar técnicos por turno, separar quem trabalha em área classificada, definir a reserva e o ciclo de troca |
| Etiquetas dos ativos | Etiquetas de QR Code em equipamentos e locais de instalação, impressão e fixação, quando a leitura em campo for usada | Manutenção | Cadastro de equipamentos e locais no SAP PM | Contar os objetos que vão receber etiqueta e escolher o material que resiste ao ambiente de cada área |
| Tempo da equipe interna | Usuários-chave, TI e Basis, homologação e treinamento da operação | Manutenção e TI, em horas | Plano de projeto do fornecedor | Converter cada etapa do projeto em horas por pessoa e por fase |
| Contingência | Reserva para ajuste de escopo, customização e imprevisto de projeto | Quem aprova o orçamento | Política financeira da empresa | Dimensionar pela incerteza dos outros sete blocos, maior onde o levantamento ficou incompleto |
A integração tem custo em qualquer forma escolhida
Expor um web service pelo SOAMANAGER pede configuração de Basis e de autorizações no SAP. Quando a empresa já tem SAP PI ou SAP CPI, a integração aproveita essa plataforma, com o contrato e o consumo dela. Chamada direta de RFC e plataforma de integração própria também exigem configuração, usuário de interface e alguém que acompanhe as falhas. O usuário de interface segue a política de segurança e de licenciamento da empresa, e o monitoramento precisa de dono desde o primeiro dia: o que registrar e como tratar erro de integração está em log de integração no SAP PM.
O tempo da equipe interna entra em horas, mesmo fora da proposta
As horas que a empresa gasta no projeto não aparecem no preço da proposta do fornecedor, e existem em todas as arquiteturas. A TI libera acessos aos ambientes de desenvolvimento, qualidade e produção, cria usuários e abre o firewall. Os usuários-chave da manutenção participam do desenho, homologam nos testes integrados e repassam o treinamento à operação. Converter essas etapas em horas por pessoa põe na conta a agenda que o projeto tira da rotina da planta.
Como a arquitetura muda o custo: CMMS separado, aplicativo sobre o SAP PM ou SAP Service and Asset Manager
Três caminhos aparecem quando uma empresa que roda SAP PM orça software de manutenção, e cada um desloca custo entre fornecedor, TI e manutenção.
CMMS separado do SAP
Um CMMS separado do SAP, em nuvem ou instalado, tem cadastro de ativos, planos e histórico próprios. Para quem já roda SAP PM, isso significa manter dados em dois lugares ou construir e manter uma integração que leve ordens, notas, confirmações, custos e materiais entre os dois sistemas, porque custo, estoque e compras continuam no ERP. Entram no orçamento a migração inicial do cadastro, a reconciliação contínua entre as duas bases e a saída dos dados no fim do contrato. Se o CMMS cria documentos no SAP pela integração, a pergunta de licenciamento SAP vale para ele também. O que um CMMS é e quando faz sentido está em CMMS: o que é.
Aplicativo ou camada que roda sobre o SAP PM
Um aplicativo sobre o SAP PM usa o próprio SAP como base: equipamentos, locais, planos, ordens e histórico continuam no ERP, e o aplicativo leva a execução, a programação e a coleta de dados até o campo. O cadastro não se duplica, a integração com o SAP PM faz parte do produto e o projeto define a forma de conexão. O PM RUN segue esse modelo. Os blocos que mais pesam aqui são a proposta do fornecedor, o licenciamento SAP dos usuários de campo, conforme o contrato da empresa com a SAP, e os dispositivos.
SAP Service and Asset Manager
O SAP Service and Asset Manager, sucessor do SAP Asset Manager, é o aplicativo móvel da SAP para técnicos de manutenção, serviço e segurança. Segundo o guia de início rápido da versão 2511, de abril de 2026, o uso exige a assinatura do aplicativo, vendida no pacote SAP Mobile Execution and Dynamic Forms nos tipos de uso Basic, Standard e Professional; uma conta SAP BTP com o Mobile Services ativo, além do Application Runtime e do SAP Business Application Studio no ambiente Cloud Foundry; o Cloud Connector; o SAP Gateway; e, no ECC ou no S/4HANA das versões 1610 a 1809, o add-on móvel instalado no SAP. Com o S/4HANA Cloud Public Edition, a SAP indica outro aplicativo, o SAP Maintenance Assistant.
O mesmo guia trata da licença do técnico: a assinatura dá acesso a transações equivalentes no SAP, sem acesso completo, e o usuário precisa ser classificado com um tipo especial na medição do SAP, pela transação USMM, para não ser contado também como usuário nomeado. Desenvolvimento de aplicativo próprio não está incluído; as extensões ficam dentro do aplicativo. O que o projeto e o suporte envolvem no Brasil está em SAP Asset Manager: projeto e suporte.
A tabela compara onde cada bloco pesa nos três caminhos.
| Bloco | CMMS separado do SAP | Aplicativo sobre o SAP PM | SAP Service and Asset Manager |
|---|---|---|---|
| Software | Assinatura ou licença do CMMS, com implantação | Proposta do fornecedor, com implantação e assinatura | Assinatura do pacote SAP Mobile Execution and Dynamic Forms, com implantação à parte |
| Cadastro e histórico | Em dois sistemas, com migração inicial e reconciliação | No SAP PM | No SAP PM |
| Integração | A construir e manter entre o CMMS e o ERP | Parte do produto, com a forma de conexão definida no projeto | SAP BTP Mobile Services, Cloud Connector e SAP Gateway |
| Licença SAP de quem usa | Depende de o CMMS criar documentos no SAP; confirmar com a conta SAP | Usuário nomeado, FUE ou Digital Access, conforme o contrato | Vem da assinatura do aplicativo, com o usuário classificado em tipo especial no SAP; quem também usa outro software SAP fora desse escopo segue o tipo de usuário do contrato |
| Plataforma | A do fornecedor do CMMS ou servidor próprio | A nuvem do fornecedor, quando o produto roda em nuvem | Conta SAP BTP da empresa |
| Dispositivos, rede e etiquetas | Levantamento igual nos três caminhos | Levantamento igual nos três caminhos | Levantamento igual nos três caminhos |
| Equipe interna | Administração de duas bases de cadastro | TI SAP e usuários-chave | Administradores do SAP e do SAP BTP, especialista de segurança e usuários-chave |
| Saída no fim do contrato | Exportar o histórico do CMMS | Histórico já gravado no SAP | Histórico já gravado no SAP |
Os cuidados de um projeto de campo, em qualquer dos três caminhos, estão em projeto mobile para SAP PM.
Como a licença SAP dos usuários de campo entra na conta
A licença SAP de quem usa o aplicativo depende do contrato da empresa com a SAP, e nenhum fornecedor de software decide esse enquadramento. No contrato on-premise do ERP, o acesso pode ser medido por usuário nomeado ou pelo SAP Digital Access. Nos termos de uso da SAP na versão v.10-2026, o Digital Access licencia o uso do ERP por aplicações não SAP diretamente integradas, sem exigir usuário nomeado de quem as usa, e é licenciado exclusivamente pelo número de documentos criados por ano; nota e ordem de manutenção são documentos do tipo Service & Maintenance, e, nessa métrica, consulta não cria documento. No RISE with SAP, os usuários são medidos em FUE (Full Use Equivalent), e o acesso por aplicações de terceiros tem métrica própria, também por documentos criados por ano.
Os mesmos termos tratam as interfaces de usuário do ERP como parte do ERP, com exigência de usuário nomeado para quem usa por elas. Por isso o enquadramento de um aplicativo sai da análise do contrato com a conta SAP. Em novembro de 2026, a SAP não publica preço de lista de nenhuma dessas métricas. Como contar usuários, estimar documentos e conduzir essa conversa está em licença SAP para técnicos de manutenção, e a métrica FUE, em RISE with SAP.
O que se paga uma vez e o que se paga todo mês no prazo do contrato
Comparar propostas pelo primeiro ano favorece quem cobra pouco na implantação e mais na assinatura, ou o inverso. A conta que resiste à revisão financeira soma os blocos pelo prazo inteiro do contrato e separa o que se paga uma vez do que se repete.
| Bloco | Pago uma vez | Recorrente |
|---|---|---|
| Software | Implantação | Assinatura |
| Licenciamento SAP | Ampliação de licenças ou de documentos do Digital Access, quando o contrato pede | Manutenção ou assinatura SAP, conforme o contrato |
| Integração | Configuração e testes | Assinatura e consumo da plataforma de integração e monitoramento das falhas |
| Rede e infraestrutura | Wi-Fi novo, gateway e regras de firewall | Operação e suporte da rede |
| Dispositivos de campo | Compra inicial, acessórios e reserva | Plano de dados, MDM, reposição por quebra e troca no fim do ciclo |
| Etiquetas dos ativos | Impressão e fixação no cadastro existente | Etiqueta danificada e ativo novo cadastrado |
| Equipe interna | Horas de projeto, homologação e treinamento | Treinamento de quem entra na equipe e administração de usuários |
| Contingência | Reserva do projeto | Ajustes de escopo pedidos depois da entrada em produção |
Quando o ciclo de troca de celular definido pela TI é menor que o prazo do contrato de software, a compra se repete dentro do período, e o orçamento precisa mostrar isso. Vale perguntar ao fornecedor a versão mínima de Android e de iOS que o aplicativo suporta, porque ela decide quando um aparelho ainda funcional deixa de servir.
O que perguntar a cada fornecedor para comparar propostas
As perguntas abaixo põem propostas diferentes na mesma base, e a terceira coluna diz por que a resposta muda o total.
| Tema | Pergunta | Por que muda o total |
|---|---|---|
| Regra de cobrança | Por que métrica a assinatura é cobrada (usuário nomeado, usuário ativo, planta ou ativo) e quem conta como usuário? | Define quanto custa cada perfil: técnico, planejador, supervisor e prestador de serviço |
| Crescimento | O que acontece com o preço quando o número de usuários ou de plantas cresce, e existe regra para reduzir? | O rollout para outras plantas muda a conta dos anos seguintes |
| Assinatura | O que a assinatura inclui: hospedagem, atualização de versão, suporte e ambiente de testes? | Item fora da assinatura volta como custo separado |
| Integração | Quem configura a integração com o SAP, por qual forma e quem monitora as falhas? | Define horas de TI e a necessidade de plataforma de integração |
| Customização | O que é padrão do produto e o que é customização cobrada à parte? | Ajuste fora do padrão vira orçamento novo depois da assinatura do contrato |
| O que a empresa providencia | Quais acessos aos ambientes SAP, usuários, dispositivos, liberações de firewall e configurações no SAP ficam com a empresa? | Cada item vira custo interno ou de terceiro |
| Documentos no SAP | Quantos documentos o aplicativo cria no SAP por ordem executada e com que usuários se conecta? | É a base da conversa de licenciamento com a conta SAP |
| Etapas do projeto | Quais são as etapas, o que é remoto, o que é presencial e quem paga a viagem? | Viagem e horas da equipe interna dependem disso |
| Saída | Em que formato os dados saem no fim do contrato? | Uma migração futura também tem custo |
Como defender o orçamento de software de manutenção diante da diretoria
A defesa que passa na revisão financeira mostra, no mesmo horizonte, o custo de todos os blocos e o retorno que dá para verificar. Dois erros a derrubam: multiplicar todas as horas liberadas pelo custo médio da equipe e chamar o resultado de economia, e esquecer os custos incrementais que tornam o ganho possível. Hora liberada de uma equipe fixa vira capacidade para outros trabalhos; vira caixa quando reduz um desembolso identificável, como hora extra ou serviço de terceiro. O método está em ROI da manutenção: caixa e capacidade liberada.
Para a primeira estimativa, a calculadora de ROI do PCM pede o setor da planta, o número de técnicos e de planejadores e o regime de operação, compara os indicadores com a mediana e o topo do setor e devolve o retorno estimado em faixa, com as premissas à mostra. Esse resultado vai ao lado da soma dos oito blocos, no mesmo período.
Onde o PM RUN entra nessa conta
O PM RUN é a plataforma de execução, mobilidade e planejamento de manutenção que roda sobre o SAP PM, no ECC 6.0 ou no S/4HANA, on-premise ou em nuvem, sem substituir o SAP. A contratação é por proposta de escopo fechado, com os módulos escolhidos e a implantação separada da assinatura. Os servidores em nuvem do PM RUN fazem parte da proposta, e a configuração da integração é feita pela PM RUN, enquanto a empresa libera os usuários e acessos. O que entra na proposta e o que a empresa providencia está em preço e orçamento do PM RUN, e os módulos, em software de manutenção para SAP PM.
Perguntas frequentes
Quanto custa um software de manutenção?
Não existe preço único. O custo de um software de manutenção integrado ao SAP PM é a soma de oito blocos: proposta do software, licenciamento SAP, integração, rede e infraestrutura, dispositivos de campo, etiquetas dos ativos, tempo da equipe interna e contingência. O preço por usuário de uma proposta cobre só a assinatura do software.
Quanto custa o software de manutenção preventiva por usuário?
Depende da métrica de cobrança do fornecedor e de quem ele conta como usuário: técnico, planejador, supervisor ou prestador de serviço. Ao custo por usuário da assinatura somam-se a licença SAP de quem usa o aplicativo, conforme o contrato com a SAP, e o dispositivo de campo de cada técnico.
Quanto custa o software de manutenção para uma grande planta?
Numa grande planta crescem o número de usuários e os blocos físicos: cobertura de Wi-Fi, celulares e reservas, etiquetas de QR Code nos ativos, centros de trabalho para configurar e usuários-chave para treinar. Com várias plantas, a primeira serve de instalação modelo, e o custo das seguintes depende do quanto se reaproveita no rollout.
O que entra no orçamento de um projeto SAP PM com aplicativo de campo?
Proposta do software, licenciamento SAP, integração, rede, dispositivos, etiquetas dos ativos, horas da equipe interna e contingência. Três desses itens costumam faltar: a licença SAP dos usuários de campo, as horas da TI e dos usuários-chave e a reserva de dispositivos, com MDM e plano de dados.
Um aplicativo integrado ao SAP dispensa a licença SAP dos técnicos?
Não. O uso do SAP pelo aplicativo continua licenciado, e o contrato define a métrica: usuário nomeado por técnico; SAP Digital Access, que conta documentos criados por ano e não exige usuário nomeado de quem usa uma aplicação não SAP diretamente integrada; ou, no RISE with SAP, FUE e S/4HANA Cloud, Digital Access. Se a SAP tratar o aplicativo como interface de usuário do ERP, cada técnico precisa de usuário nomeado. A decisão sai da análise com a conta SAP.
A integração com o SAP tem custo?
Tem, em qualquer forma: web service pelo SOAMANAGER, SAP PI, SAP CPI, RFC ou plataforma de integração da empresa. Todas pedem configuração, usuário de interface e monitoramento. Quando a integração passa pelo SAP Integration Suite, a assinatura e o consumo dele entram no orçamento da TI.
Um CMMS em nuvem separado do SAP sai mais barato?
Só a comparação do total responde. A assinatura do CMMS pode ser menor, mas entram a integração com o ERP, o cadastro em dois lugares, a migração e a saída dos dados, e a licença SAP continua em questão se o CMMS criar documentos no SAP.
Quem paga os celulares e tablets dos técnicos?
A empresa, pela manutenção ou pela TI, conforme a política interna. O orçamento inclui o tipo de aparelho (comum, robusto ou certificado para área classificada), reserva, acessórios, MDM, plano de dados, reposição por quebra e o ciclo de troca.
Referências
- SAP. SAP Software Use Rights, enGLOBAL v.10-2026. Acesso em 08/11/2026.
- SAP. SAP Cloud ERP Private, Service Description Guide, v.12-2025. Acesso em 08/11/2026.
- SAP Learning. Explaining SAP Service and Asset Manager Features. Acesso em 08/11/2026.
- SAP Help Portal. SAP Service and Asset Manager 2511, Quick Start Guide. Acesso em 08/11/2026.
